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 Busca por medicamentos é principal motivo para ações judiciais na saúde

Na maioria dos casos, os próprios doentes entram com processo na Justiça. O STF discute se Estado é obrigado a oferecer remédios fora da lista do SUS.

​SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL

No Brasil, os médicos pedem socorro. Em levantamento exclusivo para o Fantástico, o Conselho Federal de Medicina, junto com a ONG Contas Abertas, revela os gastos públicos per capita com saúde no país.

Rio de Janeiro, São Paulo ,Salvador e Distrito Federal vivem graves crises na saúde pública. A partir dos números, o programa visita hospitais nessas três capitais e registra fatos que explicam a tragédia no atendimento público à população.

No Rio, por exemplo, o diretor do hospital Pedro Ernesto abre as portas e mostra a ala de neurocirurgia de alta tecnologia, que está inutilizada porque não há quem retire o lixo ou lave os lençóis.

A verdade é que chegamos a um ponto em que a saúde pública no Brasil necessita, com muita urgência, de mais atenção dos órgãos competentes. A realidade nos mostra um país desestabilizado onde as políticas públicas são incoerentes e desrespeitam a sociedade. É vergonhoso ver o povo mendigando por atendimento e os hospitais não poderem oferecer o que manda a Constituição.

As vítimas desse caos público somos nada mais, nada menos que nós mesmos. É evidente que nosso país não é dos melhores e que somos taxados como país de terceiro mundo. Mas o povo humilde que sofre com tantas filas, greves e falta de remédios, merece ser tratado como terceiros?

Concluímos que saúde não dá voto, por isso o governo não oferece os investimentos necessários ao setor. O que dá voto são as obras faraônicas, muitas até desnecessárias, como a construção de tantos novos estádios para a Copa de 2016. Ou até mesmo de estruturas para as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Idoso tem dificuldade para contratar plano de saúde em São Paulo, diz Idec

Preços comprometem até 99% da renda e é preciso fazer avaliação prévia.
Foram pesquisadas 20 operadoras com maior número de usuários.

Idosos encontram dificuldades para contratar um plano de saúde individual na cidade de São Paulo, como altos preços, falta de oferta de planos e exigência de avaliação médica prévia antes da contratação do serviço, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

De acordo com o Idec, entre as 20 operadoras com maior número de usuários em São Paulo, somente oito comercializam planos individuais/familiares para idosos.

Com relação ao preço, o Idec cotou o valor do plano mais barato e do plano mais caro de cada uma das seis operadoras consideradas (o Idec não conseguiu contato com 2 das 8 que oferecem o produto) para um usuário com idade de 75 anos.

Segundio a pesquisa, a média de preço dos planos mais baratos é de R$ 551,04. A dos planos mais caros é de R$ 1.447,36. E a média dos valores de todos os 12 planos consultados juntos é de R$ 999,20.

Segundo o Idec, média dos preços dos planos de saúde individuais/familiares mais baratos ofertados na cidade de São Paulo compromete cerca de 40% da renda mensal dos idosos. A média dos preços dos planos mais caros compromete 99%. A média dos valores globais compromete 70%.

Para o valor do compromentimento da renda, o Idec comparou os valores dos planos com a renda média de uma pessoa com mais de 60 anos no país, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2011. Segundo a Pnad, 72,4% dos idosos possui rendimento mensal de no máximo dois salários mínimos (R$ 1.448 em valores atuais).

Availação médica prévia
O estudo revele, ainda, que os idosos encontram barreiras como a falta de informação e a exigência de avaliação médica prévia para contratar um plano.

De acordo com a pesquisa, pelo menos cinco operadoras exigem que o idoso faça exames ou entrevista com um médico para contratar o plano – ou seja, o idoso interessado em adquirir um plano de saúde individual é submetido a um exame médico prévio ou ao que se chama de “entrevista qualificada”.

Fonte G1

 
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LEIA O QUE A REVISTA EXAME DO MÊS DE MAIO DE  2106, DISSE SOBRE A SITUAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE NO BRASIL.
 

Mais de 1,3 milhão de brasileiros deixaram de ter planos de assistência médica entre março do ano passado e março deste ano, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), sendo 617 mil somente no primeiro trimestre deste ano.

O subsegmento mais impactado foi o de planos coletivos empresarias, devido ao fechamento de vagas formais.

Após perder o emprego no ano passado, a produtora de eventos Erika Freddo, 38 anos, ficou sem ter como pagar o plano de saúde dela e da filha, Larissa, de 15 anos.

“O meu plano era pago integralmente pela empresa. Agora, estou empregada novamente, mas não cobre plano e não tenho condições. Não estou tranquila, mas como temos boa saúde, foco na fé”, brincou ela, que nunca utilizou o Sistema Único de Saúde [SUS], mas tem medo de precisar um dia.IMG-20160610-WA0001

“Nunca fui, mas se quebrar um pé, por exemplo, não vai ter jeito. Agora, consultas médicas prefiro fazer em clínicas particulares com preços populares, porque tem menos fila”.

Em março deste ano, o setor registrou cerca de 48.824.150 beneficiários em planos de assistência médica e 21.685.783 em planos exclusivamente odontológicos.

No trimestre anterior, havia 49.441.541 beneficiários em planos de assistência médica e 21.960.128 em planos de assistência odontológica.

Em março, o setor apresentou 1.320 operadoras com registro ativo, sendo 1.125 com beneficiários. Em 2015, os planos de saúde médico-hospitalares perderam 766 mil usuários em 2015, uma diminuição de 1,5%.

Apesar do cenário de evasão dos beneficiários de seguros e planos de saúde privados, a expectativa da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa as operadoras de planos e seguros de saúde, é que antes do fim de 2016, o setor de Saúde Suplementar recupere as perdas de beneficiários.

“Esse bem de consumo sempre foi altamente valorizado tanto pelos trabalhadores, que usufruem um serviço essencial, quanto empregadores, por ser um benefício importante para a retenção de talentos e o aumento da produtividade. Mas, apesar do panorama atual, há forte expectativa quanto à recuperação da economia ainda ao longo deste ano, o que certamente reverterá essa queda na adesão aos planos”, diz Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidenta da FenaSaúde.

Esses e outros dados estão na nova ferramenta da ANS, que permite o acesso a informações relacionadas à saúde suplementar, de forma interativa.

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Hospital Israelita Albert Einstein

Um dos Hospitais mais conceituados do mundo

 

O nascimento da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, na década de 50, resultou do compromisso da comunidade judaica em oferecer à população de nosso país uma referência em qualidade da prática médica.

Mas a Sociedade queria ir além da simples construção de um hospital. E assim foi feito, construído com recursos provenientes de doações e do trabalho de um grupo de pessoas dedicadas, o Hospital Israelita Albert Einstein foi inaugurado em 1971. A partir de então tornou-se referência em tratamentos com tecnologia de ponta e atendimento humanizado e expandiu suas fronteiras com ações de responsabilidade social e atividades de ensino e pesquisa.

A atuação em responsabilidade social do Einstein começou na década de 60, quando a Pediatria Assistencial atendia gratuitamente crianças da região do Morumbi. Em 1997, foi criado o Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis para dar assistência a 10 mil crianças de uma das maiores comunidades carentes de São Paulo. Hoje, além desse programa e do atendimento à comunidade judaica, o Instituto Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein atua em conjunto com os gestores públicos de saúde para ajudar a suprir suas necessidades assistenciais, tecnológicas ou de competências.

Hoje, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein está à frente de projetos importantes, que mostram como a parceria público-privada pode render frutos para a comunidade, inspirando outras instituições a engrossarem suas fileiras em prol da saúde em nosso país. Nossas competências e conhecimentos estão a serviço não só dos pacientes em nossas unidades, mas também em mais de duas dezenas de locais na Grande São Paulo, no Brasil e no mundo.46fef7b2-c92a-4f05-9aae-4c30ed238f2c

Abrigadas no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, as atividades de educação e pesquisa são o motor de inovação que não se restringem aos pacientes do Hospital Israelita Albert Einstein e englobam cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação, treinamentos sofisticados e pesquisas clínica e experimental.

Em 2006, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein iniciou um plano de expansão que deve terminar em 2012. O projeto prevê dobrar o tamanho das instalações da Unidade Morumbi. Essa iniciativa busca responder às crescentes taxas de ocupação, ao aumento do número de pacientes externos e adaptar a infra-estrutura do Hospital Israelita Albert Einstein às exigências das modernas tecnologias, à nova realidade da prática médica e aos mais rigorosos requisitos de qualidade no atendimento.

Conheça os Planos de Saúde atendidos pelo Hospital Albert Einstein

Ligue para (11)3181 2124

Visite o site comemorativo dos 60 anos da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

O que é Zika Vírus?

Zika Vírus é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitida pelo mosquitoAedes aegypti, mesmo transmissor da dengue da febre chikungunya. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto, somente em 1954 os primeiros seres humanos foram contaminados, na Nigéria. O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a França no ano de 2013. O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus em 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia.

Apesar de a doença ter chegado ao Brasil, ela não é uma preocupação tão grande quanto a dengue, uma vez que seus sintomas são brandos e duram pouco tempo. Os maiores incômodos são febre é baixa, coceira e comichão na pele, além de manchas avermelhadas. É necessário, contudo, ficar atento com as contaminações combinadas – dengue, febre chikungunya e Zika vírus – uma vez que os efeitos dessas infecções em conjunto ainda não são conhecidos.

Causas

O vírus ZIKV não é transmitido de pessoa para pessoa. O contágio se dá pelo mosquito que, após picar alguém contaminado, pode transportar o ZIKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.

O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade prodigiosa e o mosquito adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de 3 a 12 dias para o Zika vírus causar sintomas.

ThinkstockO vírus ZIKV não é transmitido de pessoa para pessoa. O contágio se dá pelo mosquito que, após picar alguém contaminadoA transmissão do ZIKV raramente ocorre em temperaturas abaixo de 16° C, sendo que a mais propícia gira em torno de 30° a 32° C – por isso ele se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. A fêmea coloca os ovos em condições adequadas (lugar quente e úmido) e em 48 horas o embrião se desenvolve. É importante lembrar que os ovos que carregam o embrião do mosquito transmissor da Zika Vírus podem suportar até um ano a seca e serem transportados por longas distâncias, grudados nas bordas dos recipientes e esperando um ambiente úmido para se desenvolverem. Essa é uma das razões para a difícil erradicação do mosquito. Para passar da fase do ovo até a fase adulta, o inseto demora dez dias, em média. Os mosquitos acasalam no primeiro ou no segundo dia após se tornarem adultos. Depois, as fêmeas passam a se alimentar de sangue, que possui as proteínas necessárias para o desenvolvimento dos ovos.

O mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte. No entanto, mesmo nas horas quentes ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. Por ser um mosquito que voa baixo – até dois metros – é comum ele picar nos joelhos, panturrilhas e pés.

 sintomas

Sintomas de Zika Vírus

Os sinais de infecção pelo Zika vírus são parecidos com os sintomas da dengue, e começam de 3 a 12 dias após a picada do mosquito. Os sintomas de Zika Vírus são:

  • Febre baixa (entre 37,8 e 38,5 graus)
  • Dor nas articulações (artralgia), mais frequentemente nas articulações das mãos e pés, com possível inchaço
  • Dor muscular (mialgia)
  • Dor de cabeça e atrás dos olhos
  • Erupções cutâneas (exantemas), acompanhadas de coceira. Podem afetar o rosto, o tronco e alcançar membros periféricos, como mãos e pés.

Sintomas mais raros de infecção pelo Zika vírus incluem:

 diagnóstico e exames

Diagnóstico de Zika Vírus

Se você suspeita de Zika vírus, vá direto ao hospital ou clínica de saúde mais próxima. O diagnóstico deverá ser feito por meio de análise clínica e exame sorológico (de sangue).

A partir de uma amostra de sangue, os especialistas buscam a presença de anticorpos específicos para combater o Zika vírus no sangue. Isso indicará que a doença está circulando pelo seu corpo e que o organismo está tentando combatê-lo. A técnica RT-PCR, de biologia molecular, também pode ser usada para identificar o vírus em estágios precoces de contaminação.

Para diferenciar o vírus Zika da febre chikungunya e da dengue, outros exames podem ser feitos:

  • Testes de coagulação
  • Eletrólitos
  • Hematócrito
  • Enzimas do fígado
  • Contagem de plaquetas
  • Raio X do tórax para demonstrar efusões pleurais.

 tratamento e cuidados

Tratamento de Zika Vírus

O tratamento para o Zika vírus é sintomático. Isso que dizer que não há tratamento específico para a doença, só para alívio dos sintomas. Para limitar a transmissão do vírus, os pacientes devem ser mantidos sob mosquiteiros durante o estado febril, evitando que algum Aedes aegypti o pique, ficando também infectado.

Pacientes afetados com Zika Vírus podem usar medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos. Entretanto, assim como na dengue e febre chikungunya, os medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina) ou que contenham a substância associada devem ser evitados. Eles têm efeito anticoagulante e podem causar sangramentos. Outros anti-inflamatórios não hormonais (diclofenaco, ibuprofeno e piroxicam) também devem ser evitados. O uso destas medicações pode aumentar o risco de sangramentos.

Os sintomas se recuperam espontaneamente após 4-7 dias. Se você sentir incômodo por mais tempo, volte ao médico para investigar outras doenças.

 convivendo (prognóstico)

Complicações possíveis

Ainda não se sabe muito sobre as complicações que o Zika vírus pode causar. Recentemente ele foi relacionado pelo Ministério da Saúde à casos demicrocefalia – uma condição neurológica rara identificada em geral na fase da gestação – e à Síndrome de Guillan-Barré, que é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca o sistema nervoso por engano, que o causa uma inflamação nos nervos e fraqueza muscular.

De acordo com o Ministério da Saúde, as investigações sobre microcefalia e o Zika vírus devem continuar para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez.

Entenda a relação entre o Zika vírus e a microcefalia.

 prevenção

Prevenção

O mosquito Aedes aegypti é o transmissor do vírus e suas larvas nascem e se criam em água parada. Por isso, evitar esses focos da reprodução desse vetor é a melhor forma de se prevenir contra o Zika vírus. Veja como:

Evite o acúmulo de água

O mosquito coloca seus ovos em água limpa, mas não necessariamente potável. Por isso é importante jogar fora pneus velhos, virar garrafas com a boca para baixo e, caso o quintal seja propenso à formação de poças, realizar a drenagem do terreno. Também é necessário lavar a vasilha de água do bicho de estimação regularmente e manter fechadas tampas de caixas d’água e cisternas.

Coloque areia nos vasos de plantas

O uso de pratos nos vasos de plantas pode gerar acúmulo de água. Há três alternativas: eliminar esse prato, lavá-lo regularmente ou colocar areia. A areia conserva a umidade e ao mesmo tempo evita que e o prato se torne um criadouro de mosquitos.

Ralos pequenos de cozinhas e banheiros raramente tornam-se foco de Zika Vírus devido ao constante uso de produtos químicos, como xampu, sabão e água sanitária. Entretanto, alguns ralos são rasos e conservam água estagnada em seu interior. Nesse caso, o ideal é que ele seja fechado com uma tela ou que seja higienizado com desinfetante regularmente.

Limpe as calhas

Grandes reservatórios, como caixas d’água, são os criadouros mais produtivos de febre Zika, mas as larvas do mosquito podem ser encontradas em pequenas quantidades de água também. Para evitar até essas pequenas poças, calhas e canos devem ser checados todos os meses, pois um leve entupimento pode criar reservatórios ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti.

Coloque tela nas janelas

Embora não seja tão eficaz, uma vez que as pessoas não ficam o dia inteiro em casa, colocar telas em portas e janelas pode ajudar a proteger sua família contra o mosquito Aedes aegypti. O problema é quando o criadouro está localizado dentro da residência. Nesse caso, a estratégia não será bem sucedida. Por isso, não se esqueça de que a eliminação dos focos da doença é a maneira mais eficaz de proteção.

Lagos caseiros e aquários

Assim como as piscinas, a possibilidade de laguinhos caseiros e aquários se tornarem foco do Zika vírus deixou muitas pessoas preocupadas. Porém, peixes são grandes predadores de formas aquáticas de mosquitos. O cuidado maior deve ser dado, portanto, às piscinas que não são limpas com frequência.

Seja consciente com seu lixo

Não despeje lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos. Assim você garante que eles ficarão desobstruídos, evitando acúmulo e até mesmo enchentes. Em casa, deixe as latas de lixo sempre bem tampadas.

Uso de repelentes

O uso de repelentes, principalmente em viagens ou em locais com muitos mosquitos, é um método paliativo para se proteger contra o Zika vírus. Recomenda-se, porém, o uso de produtos industrializados. Repelentes caseiros, como andiroba, cravo-da-índia, citronela e óleo de soja não possuem grau de repelência forte o suficiente para manter o mosquito longe por muito tempo. Além disso, a duração e a eficácia do produto são temporárias, sendo necessária diversas reaplicações ao longo do dia, o que muitas pessoas não costumam fazer.

Suplementação vitamínica do complexo B

Tomar suplementos de vitaminas do complexo B pode mudar o odor que nosso organismo exala, confundindo o mosquito e funcionando como uma espécie de repelente. Outros alimentos de cheiro forte, como o alho, também podem ter esse efeito. No entanto, a suplementação deveria começar a ser feita antes da alta temporada de infecção do mosquito, e nem isso garante 100% de proteção contra o Zika vírus. A estratégia deve se somar ao combate de focos da larva do mosquito, ao uso do repelente e à colocação de telas em portas e janelas, por exemplo.

 fontes e referências

  • Sociedade Brasileira de Infectologia – entidade sem fins lucrativos que visa promover o desenvolvimento da especialidade de Infectologia, bem como os intercâmbios científico, técnico, cultural e social entre seus associados e profissionais da área.

20 alimentos para consumo diário, segundo os nutricionistas

O site da revista britânica Times ouviu diversos nutricionistas que apontaram quais são os alimentos que você não pode deixar de fora de sua mesa. A lista é bem diversificada e agrada a todos os paladares. Aproveitem as dicas:nutrition-food-saftey-pic

Feijão cozido – Rico em fibra solúvel, o que ajuda a baixar o açúcar do sangue e os níveis de colesterol. Além disso, o alimento fornece 6 gramas de proteína por porção média, aproximadamente a mesma quantidade de um ovo de tamanho médio. A dica é consumi-lo com torradas, com batata cozida ou simplesmente puro.

Chá verde – Rico em polifenóis (antioxidantes), o chá verde tem funções antibacterianas e antitrombóticas. A milenar bebida do Oriente ainda ajuda a regular o sistema imunológico e a combater a cárie dentária.

Peixes oleosos – Sardinha, salmão e anchova são os grandes fornecedores de ômega-3, uma gordura capaz de evitar a formação de coágulos sanguíneos.

Salsa – Mastigar algumas folhas após uma refeição pode ajudar a manter seu hálito fresco. Rica em clorofila, a salsa é uma fonte de vitamina C, um antioxidante fundamental que ajuda a proteger o ataque dos radicais livres.

Maçã – A fruta possui espantosos 150 supernutrientes, entres eles a quercetina, um antioxidante que aparece em pesquisas de laboratório como um aliado no combate ao vírus da herpes. É importante ressaltar que a quercetina fica logo abaixo da casca da maçã, por isso ela não deve ser retirada.

Toranja – Diz-se que comer uma toranja antes de cada refeição ajuda a reduzir a ingestão de calorias. Isso acontece porque ela abaixa a quantidade de açúcar no sangue e faz com que as pessoas se sintam mais satisfeitas. Elas também possuem ácido glucárico, capaz de ajudar na redução do colesterol.

Tomate – O vegetal é conhecido como uma rica fonte de licopeno, um importante protetor contra o câncer de próstata. Estudos revelam que os homens que comem tomate (em purê, suco ou sopa) de dez ou mais vezes por semana têm 35% menos chances de desenvolver câncer de próstata.

Romã – Cientistas israelenses descobriram que pessoas que bebem 100ml de suco de romã por dia têm grandes chances de reverter danos nas artérias. Isso acontece porque a fruta é rica em paraoxonase, uma enzima que “quebra” o colesterol em nosso organismo.

Batata – A batata cozida fornece rápida liberação de energia, tornando-se uma boa opção ao pós-treino físico. As batatas liberam energia de uma forma lenta, o que ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue e o apetite sob controle entre as refeições.

Aveia – Rica em fibra solúvel chamada beta glucan, que reduz o colesterol “ruim”. A aveia também nos dá a sílica, um mineral que os pesquisadores acreditam ser vital para ter uma boa pele.

Ovos – Este alimento fornece a lecitina, um componente vital para os transmissores no nosso cérebro que atuam na função da memória. Os cientistas acreditam que comer dois ovos no almoço faz com que você tenha uma sensação de saciedade durante o resto do dia.

Ervilhas – Uma porção de 140g de ervilhas contém até 16mg de vitamina C. O alimento também é rico em vitamina B, essencial para um sistema nervoso saudável. Além disso, a ervilha é rica em fibra solúvel que ajuda a manter o colesterol sob o controle.

Ameixa seca – Os especialistas recomendam misturá-las com leite e iogurte para fazer um poderoso antioxidante. Os açúcares especiais contidos nas ameixas também irão ajudar na prevenção do câncer do intestino.

Chocolate amargo – As variedades escuras (acima de 70% de cacau) são ricas em antioxidantes. Estudos têm demonstrado que o flavanol, presente no cacau, atua como uma aspirina no organismo, o que pode deixar o sangue mais fino.

Blueberries congeladas – Uma maneira fácil e gostosa de prevenir o envelhecimento do cérebro e manter-se disposto durante o dia. A dica é consumir a fruta no café da manhã, misturada ao iogurte.

Azeitonas – As azeitonas são boas fontes de gorduras monossaturadas, compostos fenólicos e vitamina E, que são importantes para a saúde das artérias e para garantir uma vida mais longa.

Amêndoas – Segundo os especialistas, vale a pena trocar o consumo de biscoitos e bolos por um punhado de amêndoas. A pesquisa mostra que isso vai ajudá-lo a sentir-se satisfeito por mais tempo, além de auxiliar na desobstrução das artérias.

Pimenta – A iguaria tem o poder de aumentar o seu metabolismo e, com isso, a queima de calorias pode aumentar cerca de 15% durante duas horas depois de você comer o molho.

Massas integrais – A variedade de pão feito com trigo integral tem um índice glicêmico menor do que o pão normal e libera a energia lentamente. É recomendado para esportistas que precisam de músculos com energia.

Cúrcuma – Muito usada na culinária indiana, a especiaria é uma grande fonte de curcumina, que é apontada como um poderoso anti-inflamatório. Além disso, pode ajudar a combater o câncer do intestino.

FONTE: EPOCA

Entidades médicas condenam situação da saúde no Rio de Janeiro

Um dos setores mais criticados pelos manifestantes que tomam as ruas do Brasil pedindo melhorias nos serviços prestados pela esfera pública, a saúde, é alvo de grande preocupação dos médicos do Estado do Rio, onde está em situação de calamidade pública. O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed/RJ) e o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) apontam a baixa remuneração, condições precárias de trabalho e falta de estímulo para a interiorização dos profissionais como os principais problemas do setor.

De acordo com o presidente do Sinmed/RJ, Jorge Darze, a saúde pública fluminense se encontra em calamidade pública pelo fato de não ter sido prioridade nas políticas do governo. Segundo ele, as ações prioritárias foram com os “canteiros de obras, como a TransOeste e o Maracanã, que deixaram a saúde e a educação como canteiro secundário”.

H1N13 - RJ - 22/03/2010 - VACINAÇÃO/ETAPA - GERAL OE JT - A segunda etapa da vacinação contra gripe suína no posto Marcolino Candau, no centro do Rio. Ao contrário de São Paulo, onde a imunização se encerra às 11 horas, no Rio os postos funcionarão até as 17 horas. Foto: WILTON JUNIOR/AGENCIA ESTADO/AE

Foto: WILTON JUNIOR

“O Rio de Janeiro virou um verdadeiro canteiro de obras em detrimento da saúde e educação, que ficaram em segundo plano. E numa região aonde a saúde e educação vão muito mal, fica claro que a prioridade deveria ter sido outra. Além disso, opções dadas para sanar os problemas na saúde estão longe de representar uma solução. Tanto o governo estadual como o municipal querem entregar as unidades públicas para o setor privado, através das Organizações Sociais ou empresas privadas, como a Facility, que trabalham na lógica do lucro. A dinâmica tem sido na contramão da Constituição e da legislação do SUS. A Constituição diz que é dever do Estado dar saúde aos cidadãos, então não pode relegar a terceiros”, critica Darze.

O presidente do Sinmed/RJ ressalta que há um alto índice de evasão dos profissionais da saúde pública no Estado do Rio e exemplifica com o que ocorreu no último concurso público realizado na capital fluminense: “Foram oferecidas 1.700 vagas e apareceram 2.000 interessados. Desses, 750 foram aprovados, porém, 80% deixaram a rede pública quando se depararam com as condições de trabalho”.

No que diz respeito às condições de trabalho, o presidente do Sinmed/RJ cita a frequente falta de materiais, o não investimento em tecnologia, “que já são ultrapassadas” e a falta de manutenção dos hospitais da rede pública. Para Darze, no entanto, a pior situação são das emergências, que “sofrem com equipes desfalcadas, deixando o hospital sem resolubilidade, aumentado gradativamente a mortalidade”. De acordo com ele, não é por falta de médicos, mas sim pela baixa remuneração que não fixa o profissional na rede.

A presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Márcia Rosa de Araújo, concorda que não há falta de médicos na rede pública do Estado do Rio, nem do país, “mas o problema é a má distribuição dos profissionais, pois não há estímulo para eles irem para o interior, e acabam ficando em áreas com melhores condições econômicas e financeiras”.

Para Márcia, faltam salários decentes nas regiões interioranas: “Já houve concurso que ofereceram R$ 2.017, e isso seria o salário para a vida inteira, pois não há planos de cargos e salários. Nós queremos concursos públicos para todas as instâncias governamentais e também uma carreira de Estado para poder interiorizar os médicos”.

Buscando soluções para a saúde, o Cremerj iniciou uma campanha para coletar 1,5 milhão de assinaturas, pedindo que sejam aplicados 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na saúde.

Para sanar os problemas apontados, o presidente do Sinmed/RJ acredita ser necessário continuar os protestos nas ruas com pressão permanente para obrigar a mudar os rumos do sistema de saúde pública. “Mas o caminho é duro, tal comprometimento que os governantes têm com o projeto da saúde privada”, admite Darze.

Secretaria admite déficit

De acordo com informações da própria Secretária de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ), há falta de profissionais de saúde no Estado. Informações da assessoria de imprensa afirmam que há “déficit de 12,7%  de profissionais em toda a rede, não apenas nas urgências e emergências. Atualmente, a maior dificuldade está em encontrar profissionais nas especialidades de pediatria, neurocirurgia, ortopedia e anestesia”.sauderj_pauloRamos

Segundo a nota, a SES “vem ampliando os salários oferecidos aos profissionais, sendo hoje compatíveis com o mercado; em alguns casos, até superior ao pago na rede privada. Dependendo da especialidade do profissional, do dia trabalhado e localidade, um médico que atua em UPAs pode ganhar entre R$ 6 mil e R$ 16 mil”.

Ainda de acordo com a SES “nenhum dos hospitais da rede estadual de saúde é gerido por empresa privada. Algumas UPAs e alguns serviços são administrados por Organizações Sociais de Saúde (OSS). que não são empresas privadas e sim entidades sem fins lucrativos. Chamá-las de ’empresa privada’ é um grave equívoco jurídico”.

*Do Programa de Estágio do Jornal do Brasil

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed), Jorge Darze, foram fechados cerca de mil leitos nos últimos dez anos no estado, com o encerramento das atividades no Hospital Central do Iaserj (Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro) e no Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião, por exemplo. Agora, segundo ele, “cabe à população peregrinar por leitos ou acabar espremida nos corredores de alas de emergência”.

“O que está acontecendo no Rio de Janeiro é uma política genocida de saúde, é um crime de lesa humanidade”, disse Darze, durante o protesto. “A saúde pública não é uma benesse, é um direito da população previsto na Constituição”, completou o presidente do sindicato.

 

Cartões de desconto médico

Fique de olho nos cartões de desconto médico. Alguns são legítimos e podem ajudar a conseguir preços mais baratos, mas muitos não são. Desde os anos 90, aumentos nos custos médicos levaram a criação de um novo tipo de “cartão” de saúde. Muitas empresas agora oferecem “cartões de desconto médico” que supostamente economizam seu dinheiro por oferecerem taxas especiais em consultas, internamentos e remédios. Estas empresas negociam descontos para grupos em torno de 10 a 30%, da mesma maneira que as seguradoras tradicionais conseguem seus descontos das instituições médicas.

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O maior problema é que algumas pessoas acham que esses cartões representam um tipo de seguro e isso não é verdade. As pessoas compram esse tipo de “cobertura” quando perdem o emprego, para evitar o período de carência por doenças pré-existentes quando conseguirem um novo emprego (a maioria das seguradoras impõe um período de carência de 6 a 12 meses para doenças pré-existentes se você ficou um período sem cobertura). As seguradoras não reconhecem cartões de desconto médico como cobertura e por isso ainda pedem o período de carência. Muitos médicos e hospitais não aceitam estes cartões; e se aceitarem, o desconto é muito pequeno.

Os Cartões de Descontos Médicos através de uma rede Fidelizada de Atendimento com acordos previamente estabelecidos, através de tabelas especiais e regulares oferecem descontos exclusivos.

Dentre as opções existentes a Panamed Saúde, destaca-se pela seriedade e excelência na qualidade dos profissionais ,clinicas,laboratórios e hospitais que compõe sua rede de provedores, inclusive com atendimento no Exterior.
De acordo com o Department of Labor (em inglês) – departamento do trabalho, de 1999 a 2000, os gastos com serviços médicos dos consumidores que usam seguro saúde foram em média mais altos (US$ 2.315 por ano) do que os mesmos gastos para os consumidores cobertos por alguma seguradora de saúde (US$ 1.789).
Além destas duas categorias de planos, existem muitos outros planos adicionais disponíveis.
smile.woman_Cirúrgico-hospitalar: estas apólices têm limites separados de preços para gastos hospitalares e gastos com médicos associados a internamentos. Os benefícios geralmente incluem leito e outros serviços hospitalares, cirurgias, serviços médicos não cirúrgicos feitos no hospital, exames radiográficos e laboratoriais. Também podem oferecer leito e alimentação em uma clínica de recuperação em casos de internamento longo. A maioria não tem franquia, mas existe um limite no valor da cobertura.
Doenças graves: esse tipo de plano de saúde cobre apenas doenças graves e despesas hospitalares, o que significa que se você não tiver outro tipo de cobertura, terá que pagar todo o resto do seu próprio bolso. Eles normalmente têm franquias altas e mensalidades baixas. A maioria cobre gastos com internamento, cirurgia, tratamento intensivo, diagnóstico por raio-xe exames laboratoriais. Se você não tem outra cobertura, esse tipo vai evitar que você vá a falência no caso de um problema grave de saúde.
Doenças crônicas: estas apólices cobrem cuidados médicos e certos tipos de cuidados em casa, no caso de você ficar doente ou incapacitado ao ponto de não conseguir se cuidar sozinho.
Doenças específicas: estas apólices cobrem apenas o tratamento de doenças específicas, como câncer ou diabetes. Foram feitas para uso em conjunto com um plano de cobertura básica.
Seguro hospitalar: ao invés de pagar o médico ou o hospital, este tipo de apólice envia o pagamento diretamente para você. Eles pagam um valor fixo por dia de internamento, por um número máximo de dias. Estas apólices são usadas para pagar gastos e despesas enquanto você está doente e não pode trabalhar.
Invalidez: apólices de invalidez pagam normalmente 60% dos seus rendimentos, no caso de você ter doença ou trauma que o afaste do trabalho. Eles pagam somente pelo tempo especificado em sua apólice (normalmente cinco, dez ou quinze anos, chegando até os 65 anos de idade).
Dental e oftalmológico: exames de rotina da visão ou dos dentes não são tão caros, mas se você tiver algum problema em seus dentes ou olhos, os custos podem ser bastante altos. Alguns planos de saúde incluem esse tipo de cobertura, mas esse tipo de cobertura especial também pode ser comprada separadamente, caso seu plano não ofereça essa cobertura.

Para contratar o Cartão Internacional de Desconto Médico PANAMED CARD ligue:
(11)3181 2124
email panamedsaude.com.br

 

 

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